ANTONY ARROYO - CURSO DE ORATÓRIA – GPL – 03 DE SETEMBRO





Quantos amores, quantos amigos, quantas oportunidades, quantas aventuras poderia ter vivido, não fosse a “covardia” de “levantar, falar e vencer”. Nas reuniões familiares, nas festas juninas, no natal, nos encontros profissionais, no reencontro com os colegas da escola, no teatro, no cinema, congressos nacionais e internacionais, na fila do caixa do banco, aquela mulher, aquele homem, o empresário que você viu o artista que estava ali do teu lado, ou aquele olhar trocado, e, você, simplesmente, deixou passar, pois não teve “coragem” de olhar abrir os braços e dizer; “oi”.


O oposto é verdadeiro! Aquele momento em que deveria ficar calado, quieto, controlado e, de repente, soltou a língua, despejou palavras sem pensar, sem imaginar o que poderá ocorrer, mas foram pronunciadas e, “palavras ditas, são como pedras atiradas, não voltam atrás”.


SERVIÇO
O que: Curso de Oratória
Palestrante: Antony  Carlos Arroyo
Quando: 03.09.2016
Horário: Das 08h as 17h 
Onde: Gabinete Português de Leitura 
Certificado: 20 hs
Investimento: 200$
Informações: 71 - 3329-5758/3329-2733
Endereço; praça da Piedade, s/n - Salvador/BA




VINÍCIUS MYTHICAL - O TESOURO DAS FADAS - LIVRARIA CULTURA





O escritor Vinícius Mythical promove no dia 3 de setembro (sábado), às 17h, o lançamento do seu primeiro romance O Tesouro das Fadas (Quarteto Editora), na livraria Cultura do Salvador Shopping. A obra apresenta uma aventura que começa pelas ruas da cidade de Salvador, quando, ao voltar para casa, depois de comemorar sua maioridade, Pélope se depara com um admirável mundo novo ao ser atacado por uma estranha criatura. 

O que Pélope ainda não sabe é que há 3000 anos em Atlântida as Três Fadas Primitivas lançaram uma maldição e que Medrália, um mundo místico repleto de criaturas mágicas, há muito tempo o espera para ser o guardião da Fada Pura. 
Informado da sua missão pelo seu Protetor, que veio a terra para buscá-lo, Pélope, imbuído de um espírito aventureiro, decide abandonar a família, viajar até o mundo desconhecido e enfrentar criaturas mágicas e malignas até conseguir resgatar a Fada Pura e impedir que ela possa caia nas mãos do feiticeiro.


Vinícius Mythical é estudante de Direito e estagiário do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia. Atua também como ativista pelos direitos das minorias sociais e sempre foi apaixonado pelos livros de aventura, magia e misticismo. 
Ainda criança teve contato com a escrita e a leitura e sempre frequentou o teatro, além de apaixonando por cinema, sobretudo filmes que versassem sobre seres sobrenaturais. 

Após alguns anos estudando sobre Espiritualidade e Esoterismo, absorveu esses conhecimentos o que o levou a escrever sua primeira obra da trilogia “O Tesouro das Fadas”.

Serviço:
O quê: Lançamento do livro O Tesouro das Fadas, de Vinícius Mythical.
Onde: Livraria Cultura do Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2.915 – Caminho das Árvores. Salvador - Bahia 
Quando: Dia 3 de setembro (sábado), às 17h.
Entrada: Gratuita
Editora: Quarteto Editora. Páginas: 292. Valor: R$ 60,00  
Informações: 71 9 8122-7231




CURSO GRATUITO DE ENCADERNAÇÃO INSCREVE ATÉ 2 DE SETEMBRO




Oficina ministra técnicas para encadernar livros segundo modelos tradicionais

Já estão abertas as inscrições para o curso gratuito Arte Milenar: oficina de encadernação tradicional, que será realizado de 6 a 10 deste mesmo mês, na Caixa Cultural Salvador. Serão oferecidas 20 vagas para interessados, especialmente das áreas de Biblioteconomia, Letras e Museologia. O curso terá coordenação de duas professoras especialistas (Vanilda Mazzoni e Alícia Duhá), com uma carga de 40 horas de aulas. As inscrições vão até o dia 2 de setembro. O patrocínio é da CAIXA. Informações: (71) 3421-4200 memoriaearte@gmail.com

O curso Arte Milenar: oficina de encadernação tradicional se propõe a ministrar técnicas da encadernação tradicional de livros, em couro e pergaminho, além de revestimentos de luxo. Trata-se de um trabalho essencialmente manual, que segue ensinamentos que remontam o Século IV da era cristã, quando iniciaram-se a difusão das primeiras técnicas de  proteção aos manuscritos medievais, evoluindo para a cobertura librária que conhecemos hoje.

Na oficina, serão discutidos o saber acadêmico e o saber popular: a encadernação, antes vista apenas sob o prisma de um serviço meramente técnico e artesanal, mostra-se, neste momento, um trabalho extremamente delicado e intelectual, que necessita ser estudado para ser melhor executado. Desta forma, o curso se propõe unir o passado e o presente.

No programa da oficina, constam informações sobre a história da encadernação, os códices, encadernação bizantina (ourivesaria e couro), técnica da gofragem a seco, encadernação em tecido (algodão, veludo, francônia e linho), encadernação monástico, encadernações modernas com revestimentos de percalux, vulcapel ou papel importado, encadernações de luxo, nervuras, costuras e colagem

Para se inscrever, o interessado deverá enviar ao e-mail memoriaearte@gmail.com carta de intenção simples explicando os motivos pelos quais deve ser selecionado, e aguardar a confirmação. As vagas serão distribuídas entre os turnos matutino (10 alunos) e vespertino (10 alunos). Haverá cinco vagas para estudantes. A realização é da Memória & Arte – Pesquisas e Projetos em Preservação de Documentos Antigos e Livros Raros. Local do curso: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro). As inscrições serão aceitas até o dia 2 de setembro.

Assessoria de Imprensa
Companhia de Comunicação
Tels: 3247-5851/988921119 (Antonio Moreno)
SSa.24.08.2016






ALEXANDRA PESSOA E MARÍLIA SODRÉ - SHOW MARÉS.




Após o convite do Coletivo MINAVU, para fazer um show dividido entre as duas cantoras, elas resolveram seguir adiante e apresentá-lo mais vezes.

O show MARÉS é um apanhado de canções autorais das duas compositoras, e de canções que influenciam suas próprias marés emocionais e como produto: suas criações.

Ventos, mares, astros e o feminino, indicam todo esse movimento das marés,  onde as artistas também transitam em diferentes funções como instrumentistas.

O show promete um turbilhão de emoções, sons e imagens, fluindo através da música de Alexandra e Marília.

SERVIÇO
O show acontecerá na Tropos (Rio Vermelho)

Dia 27/08 às 20:30h.
O valor fica a cargo do público.


Será a dinâmica do "pague quanto quiser".


ALEXANDRE FURTADO LANÇARÁ EM SALVADOR - “OS MORTOS NÃO COMEM AÇÚCAR” .




O professor e escritor Recifense, Alexandre Furtado, lançará em Salvador o seu segundo livro: "Os mortos não comem açúcar". O evento acontecerá na Livraria, Boto cor-de-rosa (Barra); haverá um bate papo com o autor.

Um livro com visões de uma cidade inteira, (reapresentada ou desvirginada, em certo sentido) e cabendo nos 14 contos, dispostos em linguagem simples, e interligados por lugares ou personagens comuns de uma época singular:os anos 70. Nas suas costuras, lacunas serão preenchidas (ou não) ao passo da leitura.

"O fato de haver essa coloquialidade recifense e informalidade nos diálogos, não significa facilitação, na verdade, há um cuidado em retratar os falares e os costumes de uma época" Diz Alexandre que volta a olhar o espaço urbano, agora, de modo mais compenetrado, crítico. Então, lá está o Recife, numa riqueza de detalhes, presente na urdidura textual, para fazer com que o leitor, eventualmente, se lembre, ou se (re)conheça, quem sabe, se sinta à vontade. E com vontade (apetite?)

“Sim, há um Recife, mas de quando havia poucos edifícios, trânsito livre até a praia de Boa Viagem, por exemplo", rememora o autor, uma cidade mais plana, com outra geografia, um peixe boi na praça do Derby, invernos precisos e rigorosos, bem como o calor de sempre. Aliás, a temperatura em todos os contos parece sugerir uma quentura natural, um mormaço muito típico de lugares tropicais e cortados por rios. Na verdade, um calor também presente nas relações humanas, ora tensas ora desejosas.

Em todos os contos, com exceção do último, existe um prefácio, que é a letra de alguma música. A relação musical estabelecida ampara uma ideia: a de que existe no livro uma trila sonora.
Os personagens são descritos de forma direta, mas cuidadosa: estudantes de engenharia em apostas amorosas e conquistas afetivas, jovens sagazes e sedentas, amores extra conjugais, uma empregada doméstica que resgata pedaços da grande história - um casamento, um bordel, e outros cenários onde estão as marcas e as pistas devolvidas pelo tempo.

Com relação à estrutura, feito "tangerina em gomos", tem-se a impressão de que, em vez de contos, o livro poderia ser lido também como novela, de tão próximos os textos, de tão comuns certos conteúdos. 
  
O posfácio do livro, escrito pela professora de literatura Cristina Botelho, traz como título um questionamento que talvez alguns curiosos poderiam fazer antes mesmo de abri-lo, ou certos leitores, já perto de termina-lo: Por que, então, só os vivos comeriam açúcar? Mais adiante, no próprio texto, ela responde: “Para saber, é preciso ler.” Realmente, da forma que foi elaborado, não adianta começar e terminar o primeiro conto e imediatamente abrir o último, na esperança de encontrar uma resposta para a pergunta. Há que se ler toda a obra, e com atenção.

Ao leitor, depois de tanto imaginar e ser provocado, resta render-se ao segredo do livro. E, quem sabe, descobrir, de fato, por que é preciso estar/ser vivo para comer o tal açúcar?  



Alexandre Furtado nasceu em Recife, é Doutor em Teoria da Literatura, crítico e professor de línguas e literatura – UPE. Coordenou o projeto de extensão Café Cultural da FAFIRE, e algumas edições do Café Literário durante a BIENAL INTERNACIONAL do Livro de PE. Atualmente, assina a coluna Miolo de Pote, no site Domingo com Poesia, e é responsável pelo blog de cinema e literatura Angu bom é caroço. Faz parte do GPL – Gabinete Português de Leitura e do IAHGP – Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano.

Participou da Coletânea de contos, pela Prefeitura do Recife, RECIFE conta o Natal, 2008. Em 2010, publicou pela Cepe De ruas e inti-nerários, obra de 160 poemas, que lança um olhar sobre o Recife, traçando um roteiro íntimo e pessoal que liga as ruas e os aspectos já existentes da cidade com os rumos, às vezes, amargos do presente.  Seu conto Gloria, que fala da vida de uma rua, no bairro da Boa Vista e da vida judaica no bairro, foi publicado no Suplemento PERNAMBUCO em 2011.






- SOBRE O LIVRO
Título – Os mortos não comem açúcar / Contos
Autor – Alexandre Furtado
Editora – Confraria do Vento
Número de páginas – 160 p
Edição – Primeira
Formato – 120 x 180 mm
 O livro já foi lançado em Recife, Curitiba e agora Recife.

- SERVIÇO
Lançamento em SALVADOR – 02 setembros (sexta feira) 17h.
Local – Boto Livraria – Rua Marquês de Caravelas, 328 Barra Salvador.
Fone – 3016 0006




RENATA ROCHA – ESTREIA - ARTE PIRULITAR




Ontem, (18) a cineasta, jornalista e documentarista Renata Rocha lançou, em grande estilo o seu mais novo trabalho cinematográfico, um documentário que apresenta o cotidiano de Edilene Dias dos Santos, conhecida como a "Morena do Pirulito". O filme mostra a dura realidade de uma artista que atua nas ruas como vendedora ambulante e artista visual. 

O evento ocorreu na Sala de Arte do Museu Geológico da Bahia (Corredor da Vitória), onde em 2011, Renata lançou seu primeiro filme, “O Grito Krajcberg”. 
Dentre os presentes registramos, Leonel Kaz, Dulce Cardoso, Justino Marinho, Silvério Guedes, Cesar Romero, Jeová Vieira, Almira Reuter, Maria Veloso, Nara moura, Walter Barreto, Guto Sampaio, Andrea Reuter, Fábio Peixoto, dentre outros. 

A cineasta retornou ao Museu com seu novo filme para apresentar o cotidiano de uma artista do bairro 2 de Julho em Salvador/BA. 

Mês passado (julho/2016), Renata Rocha foi convidada para participar da 12ª Mostra Internacional de Cinema Negro em São Paulo. Na oportunidade, ela recebeu o apoio cultural de Laticínios Davaca para o lançamento na capital baiana.

Arte Pirulitar entrou na programação do Festival e terá exibição em museus e bibliotecas junto a outros filmes, não só em São Paulo como no interior do Estado. Instituições como Memorial da América Latina, MIS de Campinas, Biblioteca Mario de Andrade, Biblioteca Alceu de Amoroso Nunes farão. 

O filme foi produzido em formato HD. A trilha sonora é original, derivadas das composições da personagem central e agrega influência sonora do ambiente assumida como linguagem. 

O Blog da Gaivota esteve presente e registrou o momento: