CYMAR GAIVOTA RELANÇOU LIVRO EM PROJETO VIAGENS ATTEMPORAIS - LIVRARIA PORTO DOS LIVROS




O livro da jornalista, poeta, blogueira, fotógrafa, divulgadora cultural, documentarista Cymar Gaivota (Lucymar Soares) “Quando o amor faz feliz”, foi relançando em evento realizado pela Banda Attemporias e pelo fotógrafo Edson Ferreira na Livraria Porto dos Livros/ Porto da Barra - Salvador/BA.

O Projeto Viagens Atemporais reuniu literatura, música com a Banda Attemporais e fotografia com as imagens Attemporais do Fotógrafo Edson Ferreira em dia de festa de aniversário de Salvador/BA. 
“O livro “Quando o amor faz feliz” homenageia o poeta Fernando pessoa com sua poesia: “Todas as Cartas de Amor são Ridículas". 

Lançado em Salvador 18 de outubro, de 2013  a bordo do barco Fila Boia, na Baía de Todos os Santos.

'Quando O Amor faz Feliz' é editado pela Cogito Editora, com projeto gráfico de Minha Capa, Meu Livro (André Marques/Lucymar Soares), com prefácio do professor Germano Machado e orelha do jornalista Carlos Souza Yeshua. 

A obra tem como objetivo enaltecer o Amor Eros mostrando que esse amor só faz feliz quando nasce nos dois corações, caso contrário ele nos traz muita dor e sofrimento, porque esse sentimento pede cumplicidade. “Diferente do amor Filo e Ágape que não depende do outro. Ama-se sem esperar nada em troca, é assim quando amamos o nosso próximo e é assim que Deus nos ama”, diz Cymar. 



































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POR CARLOS YESHUA - 30 DE MARÇO - DIA DO AUTOR BAIANO - JORNAL A TARDE




Carlos Yeshua
carlossouzamkt@hotmail.com

No dia 30 de março do ano 2000, a livraria Siciliano do Shopping Barra, em Salvador, realizou uma ação que merece ser resgatada e celebrada anualmente, por sua importante ação de valorização dos autores da Bahia. O escritor e educador Hugo Homem, o paraninfo do evento, relembra que por iniciativa de Magda França, gerente da loja na época, com o apoio de instituições como A Tarde, a Academia de Letras da Bahia e a Fundação Casa de Jorge Amado, foi instituído o dia 30 de março, como o Dia do Autor Baiano, em cerimônia que apresentou como patrono o jornalista Jorge Calmon, na ocasião, diretor do jornal A Tarde.  

Após a exposição da placa que inaugurou o Espaço do Autor Baiano - um ambiente especial criado na loja com a finalidade de agrupar e oferecer maior visibilidade aos livros de autores locais, figuras ilustres discursaram em homenagem aos escritores e a ação promocional da empresa. Esteve presente, além dos nomes já citados, o livreiro Oswaldo Siciliano, presidente da livraria, o escritor Cláudio Veiga, presidente da Academia de Letras da Bahia, a poetisa Myriam Fraga, diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, além de muitos escritores e outras personalidades ligadas à cultura.

Em seu marcante discurso, o escritor Hugo Homem realçou a importância de uma data em que se pudessem homenagear os nossos escritores, aqueles que fazem da palavra escrita ofício, disseminando informações, emoções e diversão, e terminou sua fala numa feliz metáfora em que comparou a livraria a um templo: "A livraria é um lugar sagrado, um templo de meditação e transcendência, onde impera o silêncio e circunvagam os pensamentos, onde o altar são as prateleiras e é o livro o objeto de adoração, tendo como sumo-sacerdote o leitor, que tanto pode elevar o escritor à condição de divindade, como arrojá-lo ao poço dos sacrifícios".

Sugerimos que as atuais livrarias existentes na cidade possam seguir o exemplo da antiga Siciliano e homenagear o escritor da Bahia, com um espaço de destaque, onde a literatura local possa ser facilmente encontrada pelos leitores.



Artigo publicado no Jornal Tribuna da Bahia. Salvador, segunda-feira, 30 março de 2015. Cidade – Página 13.




VENTILA SALVADOR INICIA GRAVAÇÃO DE CLIPE NA LIBERDADE COM PRODUÇÃO ITALO-BAIANA



Quem imagina que a "Ventilação Multicultural" de Agnoell Crioulo é só no verão está enganado. O cantor que também comanda a programação artística do Che Lagarto Hostel na Barra inova mais uma vez e traz os Ensaios de Outono do Ventila Salvador para o Deck do Hostel, em frente ao Cristo da Barra.

O formato do evento seguirá como um verdadeiro ensaio aberto e a idéia é preparar a Banda do Ventila para um novo projeto que será iniciado ainda no segundo semestre deste ano.

A direção musical é assinada pelo instrumentista Tavis Magalhães da Banda Attemporais autor em parceria com Shalin e o próprio Agnoell do Hit "Na Batida do Dende" nova música de trabalho do grupo. 

A concepção artística é de Yosh José da By Yosh que assina também o figurino e cenário do clipe que está sendo produzido pelo casal de cineastas Fabio e Cristina Macedo, Itália-Brasil. Já o comando das carrapetas fica por conta do Dj Pimenta, residente do projeto desde a sua fundação em 2012. Agora é ensaiar e aguardar as novidades para o próximo semestre.

O lançamento dos ensaios será no dia 04/03 as 20h e as primeiras gravações seguem nos dias de sábado nos bairros do Santo Antonio Além do Carmo, Liberdade e no Deck Superior do Che Lagarto Hostels na Av. Oceânica, 84 B- Barra.

Os ingressos estarão a venda na recepção do local pelo valor de R$ 10,00.Fiquem ligados na programação.

Serviço
O que:Lançamento dos Ensaios de Outono do Projeto Ventila Salvador
Onde:  Deck do Che Lagarto Hostels
Enderenço. Oceânica 84 B Barra
Quando: 04 de Abril de 2015
Horário: 20h.
Quanto:10 Reais


CAETANO BARATA - PENSAMENTOS E AÇÕES PRIMEVOS



Foto Perfil Facebook
Eu ouço algumas pessoas cantarem em versos vangloristas estúpidos; já terem logrado êxito com a audição divina, quando pediram a morte de um desafeto. Evidentemente, esta concepção de um deus maligno, respeitando aqueles que viviam na ignorância dos tempos primevos; é uma grande estupidez medieval. Não quero ressuscitar o passado vergonhoso, onde os invejados, os desafetos, “os… não fui com a sua cara”, “os… você não possui a cara da nossa instituição…” são caçados, emparedados, mutilados, são fuzilados e mortos, tomados como inimigos.

Mas, em qual princípio, somos batizados com essa compreensão de Deus? Em primeira instância, distanciados de “leitura correta” das Escrituras. Restringirei unicamente, a Bíblia dos cacos de cerâmica, dos papiros crescidos às margens do Nilo no Egito. O Egito fica ao norte da África, nós aprendemos na escola, mas, em nossa limpeza ideológica pensamos que o Egito está na Europa. Oh! Santa ignorância!

Voltando ao livro. Se este livro é dividido em duas enciclopédias maravilhosas de atos, poesias e conselhos, onde Jesus, exprime-se como Deus. De onde consideramos necessário fazer prevalecer a vingança divina, quando o amor, a paz e a compreensão mútua faz-se imperiosa em XisTo?

Nós, em nosso pensamento ocidental, condenamos o braço armado da Jihad. Mas, olhemos para a idade média, onde os cristãos possuíam diversas divisas armadas para matar em nome de deus. Matar em nome de Deus? Absolutamente, a Santa Inquisição perdoe-me. Mas, assim como os muçulmanos e cristãos não aceitam a decretação de sentença de morte aos inimigos da causa islâmica, também não considero, espiritual a covardia do passado e as atuais em nome de Deus, um Deus que se revela desconhecido pela subordinação humana à ignorância.

Ainda hoje, alguns pensam como o anarquista Mikhail Bakunim e seguem-no, sem o saber. O anarquista considerava Deus como uma justificativa para a ditadura e o autoritarismo dos ditadores, reis, sacerdotes, senhores de escravos; uma projeção impositiva para dominação das ideologias; onde seus principais instrumentos são sujeição cega, submissão exploratória das quais não se pode fugir sem sofrer males, onde os outros são servos, súditos inúteis. E, óbvio, o deleite da liderança consiste apenas na satisfação de suas próprias necessidades.

Mas, afinal, quem é Deus? Tomando em consideração, dentro da perspectiva das estatísticas, as religiões de via cristã estão em completo declínio. A conclusão a respeito deste declive não é espiritual, ainda que suas implicações, certamente, sejam a desobediência a Palavra de Deus. Mas, vejamos: Enquanto um muçulmano em média tem de 8 a 11 filhos; o cristão possui 0 a 2; encadeamento no pensamento de Weber quando o mesmo estabelece o Protestantismo como o preceptor do capitalismo; capitalismo aqui tomando como a concepção da época: maior posse de capital. Isto é, sendo os pagãos livres e viviam para seus deleites da glutonaria, prostituição, beberrões, batalhas longas não sendo dado a paz; a cultura protestante limita estas práticas.

Voltemos a quem é Deus. É sabido que os filósofos mais ilustres e pouco importa se a massa os conhece ou não. O que importa é sabermos ter sido Deus enfatizado por toda mente humana pensante. Pensar não é pecado e o apóstolo Paulo orienta: “Seja o vosso culto racional”. Mas, os espertos orientam, sigam-me, cegamente! O mesmo Descartes (diz-se <d/kar>) da matemática, dentre tantos outros, relacionou atributos indiscutíveis e repetidos até hoje: Onisciência, Onipotência, Onipresença, Benevolência, Bondade Perfeita ou Onibenevolência (Bondade Infinita); Simplicidade Divina, Zelo, Sobrenaturalidade, Transcedentalidade, Eternidade, Provido de Obrigações Morais.

Ora, se Deus é bom e nEle não há sombra de variação… Quando Deus concordaria com a vingança privada, a vingança pública e a vingança divina? Deus em diálogo com Moisés no Velho Testamento parece tão tranquilo quando Moisés o interroga sobre a capacidade do próprio Deus em salvar ao povo de Israel das mãos de Faraó. E decide outro rumo diante da compaixão de Moisés. E aqui, é bom inserir para os desavisados as palavras de Moisés a Deus: “Ó Senhor, por que se acende o teu furor contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande força e com forte mão? Por que hão de falar os egípcios, dizendo: Para mal os tirou, para matá-los nos montes, e para destruí-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira, e arrepende-te deste mal contra o teu povo. Lembra-te de Abraão, de Isaque, e de Israel, os teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado, e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas dos céus, e darei à vossa descendência toda esta terra, de que tenho falado, para que a possuam por herança eternamente. Então o Senhor arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo. (Livro de Êxodo 32: 11-14).

Nos dias atuais, a nossa disposição é exatamente oposta à de Moisés, exigimos de Deus, tanto o ódio, quanto a vingança, requeremos a pena de morte, o suplício do banimento para o inferno de todo o homem corrompido e mau.

Não me permito a examinar a estrutura das qualidades humanas. Se somos bons, se somos em parte bons, se às vezes somos maus; se somos todos malignos. O indiscutível é: nossa estrutura humana não permanece nem exatos dois minutos diante da ação de Deus de não tolerar um único pecado em nosso meio. Para que todos me entendam, digo bem como está escrito no livro de Números, no capítulo 26, versículo 10: “A terra abriu a sua boca, e os tragou com Coré, quando morreu aquele grupo; quando o fogo consumiu duzentos e cinquenta homens, os quais serviram de advertência”. Pergunto: Como agiu Jesus diante de um grupo de homens armados contra uma mulher pecadora? Ora, esse exemplo não nos interessa, pelo simples fato de que Jesus nos propõe liberdade pelo amor; enquanto, os ensinos do Velho Testamento são pela força da Justiça Divina. E a qual constatação Deus chegou? Vou enviar Jesus. Deus é amor e Jesus demonstra amor em todos os seus momentos de vida. Queremos estar com pessoas simples? Não. Nós preferimos os ricos, os tribunos e poderosos. Queremos estar com doentes e enfermos? Não. Queremos estar com sadios e limpos. Queremos estar com os feios? Não. Queremos estar com o belo e o que nos cheira bem. Queremos estar com as pessoas de vida complexa? Não. Queremos estar com as pessoas bem resolvidas e bem estabelecidas financeira e socialmente.

Dentro desta perspectiva humana da nossa relação com o amor, o amor de Deus e a ação de Jesus. Veja, eu digo perspectiva humana; assim, encontro um dos filósofos mais corajosos da humanidade, pensando com sua mente célere, buscando entender a relação do homem com os desígnios de Deus: “Digo que os alemães tiveram de recorrer aos meios mais atrozes para lograrem uma memória, que os fizesse senhores dos seus instintos fundamentais, dos seus instintos plebeus e animalistas. Recordem-se os antigos castigos da Alemanha, entre outros a lapidação (já a lenda fazia cair a pedra do moinho sobre a cabeça do criminoso), a roda (invenção germânica), o suplício da força, o esmagamento sob os pés dos cavalos, o emprego de azeite ou do vinho para cozer o condenado (isto ainda no século XIV e no século XV), o arrancar os peitos, o expor o malfeitor untado de mel sob um sol ardente às picadas das moscas”. (A Genealogia da Moral, Nietzsche).

Em suma, este medo, este pânico generalizado das mortes, das forças ordenadoras e punitivas que as autoridades deixam suspensas, servem para recobrar, isto é, rememorar, fazer lembrar, pois, assim: “Se vocês entendem que Deus é cruel, vingativo e perverso, nós podemos fazer coisas piores”, eles dizem. Alguns exercem pleno controle mental das pessoas instigando-as com palavras de pânico. Qual o seu temor? Vamos temer a Deus. Temer a homens é perda de tempo. Homens, geralmente, em algum momento vai cair aos pés de Jesus contemplando seus pecados. Afinal, pecado. Todos os pecados dos homens são vistos por Deus. Temer ao diabo? Inútil. O poder pertence a Deus e sem Deus ninguém pode vencer o maligno.

O próprio homem dos salmos davídicos disse: “Prefiro cair nas mãos de Deus. Os homens não são dotados de misericórdia… Os homens, eles são maus!” Está na Bíblia que os líderes leem, leem e ensinam errado. Está na Bíblia: “Guias cegos, guiando cegos ao abismo”. Não quero atrever-me a ser intérprete do trecho de Nietzsche. Mas, arvoro-me a dizer: Nós humanos, precisamos entender que a violência é uma prática primitiva de exercer o poder! Mas, é uma linguagem que todos entendem!

Caetano Barata – Poeta, ativista cultural em Simões Filho, Conselheiro do CEPA, Pedagogo formado pela UNIME/Lauro de Freitas e estudante de Direito na UNIFASS/APOIO.


ACONTECEU - SHOW DA BANDA ATTEMPORAIS COM O LANÇAMENTO DE MÚSICAS INÉDITAS NO PROJETO VIAGENS ATTEMPORAIS



Ontem (28) na Livraria Porto dos Livros/ Porto da Barra - Salvador/BA, a Banda Attemporais, o fotógrafo Edson Ferreira, e a Gaivota realizaram o evento projeto Viagens Attemporais que reúne literatura, música com a Banda Attemporais e fotografia com as imagens Attemporais do Fotógrafo Edson Ferreira.

O evento aconteceu em plena festa da cidade no bairro da Barra onde ocorreram várias ações artísticas e culturais em comemoração ao aniversário de Salvador e o show na Livraria Porto dos Livros foi mais uma dessas intervenções.

A exposição do artista visual Edson Ferreira deixou o espaço da Livraria Porto dos Livros ainda mais coloridos em meio aos livros que ficam expostos em um ambiente aconchegante onde se vê arte por todos os lados, espaço esse que vem realizando vários eventos, recebendo muitos artistas para apresentações, shows, lançamentos de livros e outros. 

A Banda Atemporais agitou o espaço na voz de Shalin Waty e seus acompanhantes instrumentalistas  Tavis Magalhães e André Cruz. 

Completando a programação relançamos o livro "Quando o amor faz feliz" fazendo referência ao poeta Fernando Pessoa o qual foi homenageado com sua poesia: " Todas as Cartas de Amor são Ridículas". 

Nosso Blog registrou com suas lentes momentos do evento. Veja: