PARTICIPAÇÃO DE AMIGOS NA APRESENTAÇÃO DO LIVRO QUANDO O AMOR FAZ FELIZ - PARTE II




Lucymar Soares ( Cymar Gaivtoa)
lucymar.soares@gmail.com  

A convite da Cogito Editora que em parceria com a Sofia - Sociedade Filosófica Ateniense organizou uma Escala Cultura entre Bahia e Minas Gerais onde participei por sete dias consecutivos  de  várias ações em prol da literatura  na capital mineira. Dentre outros, fizemos lançamentos de livros, poesia nas praças e contato com a cultura local. 
No dia 26 lancei o livro Quando o amor faz feliz no Centro Cultural na Lagoa do Nado tendo como programação de abertura a brilhante palestra da escritora e administradora Renata Rimet: ‘Mediação de Leitura mais que uma história um processo de encantamento’.
Foi uma noite feliz onde o amor contagiou os presentes que de livre e espontânea vontade liam texto do livro, levando o corpo à expressão cênica que tomou-nos em um clima romântico deixando fluir a poesia que só o amor cúmplice pode declamar em sua plenitude.

































Fotografia: Lucymar Soares ( Cymar Gaivota)/Carlos Conrado/Ivan de Almeida 

ÁLBUM DE FAMÍLIA

Com acesso limitado a 40 pessoas por sessão, a apresentação já se inicia na área externado do teatro, e o público é convidado a percorrer junto com os bailarinos diversos ambientes do Teatro Castro Alves. Através do elevador de carga, os espectadores visitam andares e espaços do complexo cultural que com esta proposta de encenação itinerante poderá ser visto ou conhecido a partir de uma nova perspectiva.

A dramaturgia, que transita livremente pelo universo de Nelson Rodrigues (1912-1980), foi construída pelo ator Fábio Vidal, que atuou em espetáculos como 'Seu Bomfim', 'Salmo 91', 'Sebastião', sendo neste último vencedor do Prêmio Braskem de Teatro na categoria Melhor Ator. A direção artística do projeto é do paulista Jorge Vermelho. A coreografia é assinada pela bailarina Fátima Berenguer, com assistência de Dina Tourinho. 

Quinta, 31 de outubro, 20:00

Local: Teatro Castro Alves

Preço

Gratuito


5 DICAS PARA EVITAR MOMENTOS CONSTRANGEDORES EM CONVERSAS


Por Stephanie D’Ornelas 
Conversar com pessoas que você não conhece muito bem pode resultar em situações embaraçosas. Na ânsia de puxar assunto, você pode acabar sendo indelicado e criando um clima constrangedor, até com pessoas mais próximas. Confira dicas para escapar de momentos como esses e manter conversas interessantes:

1 - Faça (e aceite) elogios

Todo mundo que já recebeu algum elogio sabe como isso nos faz sentir bem. Elogiar o trabalho ou características de alguém é uma boa maneira de quebrar o gelo e criar um clima positivo durante uma conversa.

É importante que você seja honesto, sem falsas bajulações. Seja objetivo, falando sobre qualidades que você admira em uma pessoa, por exemplo. Outra dica é pedir conselhos, desde assuntos profissionais até sugestões de livros. Assim, a pessoa vai sentir que você se importa com o que ela pensa. Isso transmite confiança e pode até favorecer o início de uma amizade.

De acordo com uma pesquisa veiculada no periódico Journal of Marketing Research, você não precisa nem fazer elogios realmente sinceros. Quando as pessoas recebem congratulações, elas as aceitam, mesmo que não sejam sinceras. Nessas situações, as pessoas se sentem bem imediatamente com elas mesmas e com a conversa em geral. Por isso elogiar (sem excessos, claro) pode ser uma boa ideia.

Quando você estiver do outro lado, recebendo elogios, a dica geral é: aceite e agradeça. Um simples “obrigado” é sempre a melhor pedida. É normal se sentir desconfortável nesses casos, mas aceitar elogios não torna uma pessoa convencida. Afinal, isso não é questão de louvar a si mesmo – foi outra pessoa que falou bem de você. É muito mais educado aceitar e agradecer um julgamento positivo do que contradizer quem quis ser gentil com você.


2 - Escute

Você já deve ter ouvido alguma frase do tipo: “temos dois ouvidos e uma boca para ouvir mais e falar menos”. Apesar de ser um clichê, para manter boas conversas é realmente necessário ser um bom ouvinte. E para isso não basta apenas sentar e ouvir a pessoa falar sem parar. Você tem que responder de maneira que possa demonstrar que está contribuindo com a conversa e interessado no que seu colega disse.

Os ouvintes ativos não só ouvem, mas também fazem comentários que mostram que estão prestando atenção, retomam temas chaves da conversa e fazem perguntas que movem a discussão. De acordo com a revista Forbes, a escuta ativa é capturar e entender as mensagens que o outro está enviando, com respostas verbais e não verbais. O tom de voz e expressões faciais são exemplos de mensagens não verbais que mostram que você está escutando a outra pessoa de maneira ativa e interessada.


3 - Faça as perguntas certas

Corte o “será que chove?” e “e os namorados?” do vocabulário. Especialistas afirmam que a maioria das pessoas fazem péssimas perguntas para puxar assunto. Evite clássicos estereotipados (“o que você faz da vida?”) e abuse de perguntas que podem ampliar o assunto como “onde”, “quem” e “por quê”.

Outro grande erro é não parar de falar sobre você mesmo. Isso é bem chato. Faça mais perguntas para saber a opinião da outra pessoa. Perguntar o que uma pessoa faz para se divertir pode dizer muito mais sobre ela do que se você perguntasse o que ela faz no trabalho.


4 - Seja confiante

É comum ler matérias ou ouvir pessoas falando que você deve ser você mesmo. Mas um pouquinho de atuação em certas conversas pode ser bom. Calma; você não precisa ser outra pessoa. Mas caso seja tímido ou esteja inseguro, tente se mostrar mais confiante do que você realmente é. Até mesmo a linguagem corporal pode mostrar que você sabe do que está falando, o que passa uma boa impressão para os ouvintes.

De acordo com uma pesquisa publicada na revista Social Psychological & Personality Science, se apresentar de uma maneira positiva em conversas cria uma impressão boa da sua personalidade – mesmo que seja um pouco de atuação. E a melhor parte é que, com essa pequena atuação, você realmente vai se sentir mais confiante e a conversa será mais interessante. Mas não exagere: você deve projetar confiança, não parecer uma pessoa convencida.


5 - Não domine as conversas

Ninguém gosta de gente que domina as conversas e não para de falar. Mesmo assim, é difícil de saber quando estamos fazendo isso – principalmente em momentos de nervosismo ou empolgação com um assunto. Se você acha que não vai parar de falar sobre seu tema preferido, evite o assunto em conversas. E se você estiver do outro lado, conversando com uma pessoa que mal te deixa falar, a dica é começar a dar sua opinião e falar sobre si mesmo para ver se a outra pessoa percebe que está dominando o diálogo. [LifeHacker]

Fonte: http://hypescience.com/




6ª LAVAGEM DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO DA BAHIA -



Em comemoração ao Dia Nacional da Cultura, baianas realizam a lavagem simbólica das escadarias. A festa é comandada pelos grupos Samba Chula de São Braz e Bemba Trio. 

Biblioteca Pública do Estado da Bahia
5/11, 16h30
Grátis
FPC/ SecultBA



INSCRIÇÕES PARA O FEST CULTURAL DE MAR GRANDE 2014 -




Estão abertas as inscrições para seleção de 14 atrações musicais para a 15ª edição do evento, a ser realizado entre janeiro e fevereiro de 2014.

Via telefone ou e-mail
71 9924-2324 / grupostarguig@ig.com.br
Até 12/12
Grátis




FILHO E MÃE DE 76 ANOS DANÇAM DEBAIXO D’AGUA



O curta Deep End Dance foi escrito e encenado por David Bolger (coreógrafo e diretor artístico do CoisCéim Dance Theatre, Dublin) e sua mãe Madge Bolger, 76 anos. Ele foi rodado dentro da piscina que Madge trabalhou durante anos como instrutora de natação e onde ensinou David a nadar.

O resultado é emocionante!














PARTICIPE DO DESAFIO GLOBAL DE CRIATIVIDADE DO SERVIÇO MUNDIAL DA BBC


O Serviço Mundial da BBC (BBC World Service) em parceria com a CliqueRede Jovem Criativa (Young Creative Network - YCN)está lançando o Desafio Global de Criatividade (Global Creative Challenge).

O objetivo desta nova iniciativa é identificar jovens criativos e talentosos em todo o mundo para desenvolver ideias que darão nova vida à marca BBC World Service.

Estamos convidando todos aqueles que moram fora da Grã-Bretanha e tenham entre 18 e 34 anos para criar e desenvolver uma campanha publicitária que traga uma nova audiência para o Serviço Mundial da BBC.

O vencedor ganhará três mil libras (equivalente a cerca de R$ 10 mil), e o segundo e terceiro lugares receberão mil libras (cerca de R$ 3,5 mil) cada.


Observação:
Pessoas residentes na Grã-Bretanha não poderão participar. Todas as propostas deverão ser escritas em inglês ou, caso sejam apresentadas em outro idioma, terão necessariamente de vir acompanhadas de uma tradução para o inglês.


Início da competição: 17 de outubro de 2013
Encerramento: 2 de dezembro de 2013


COMO FUNCIONAM OS TRAVESSEIROS CONTRA RONCOS?



Travesseiros que fazem a cabeça ficar para trás podem diminuir ronco

Geralmente, as pessoas roncam porque o palato mole vibra quando bloqueia parcialmente as vias respiratórias.

Os travesseiros contra roncos fazem com que a cabeça fique inclinada para trás quando a pessoa se deita sobre as costas.

É parecido com o que se faz com um paciente durante a reanimação cardiopulmonar (RCP) para ajudar a manter as vias respiratórias abertas.


SOMOS A ÚNICA ESPÉCIE A COMETER SUICÍDIO?

Pode ser difícil diferenciar um suicídio de um acidente

A cada semana a revista BBC Focusresponde a algumas dúvidas dos leitores. Abaixo, uma seleção das principais desta semana.

Humanos são a única espécie que comete suicídio?

Se definirmos o suicídio como fazer algo deliberadamente para acabar com a vida, então há vários exemplos.

As abelhas nos picam apesar de morrerem logo depois. Algumas espécies de pulgões se cobrem de um fluido açucarado, o que faz com que ele grude em seu predador, a larva da joaninha, mesmo que isto resulte na morte dos dois.

Mas estes são exemplos de sacrifícios altruístas, para proteger a colônia.

Para que seja um suicídio, o principal motivo do animal deveria ser simplesmente fugir do sofrimento, mais do que dar a vida nobremente por uma causa que supera o indivíduo.

Para nós, isto é quase impossível determinar.

Os ratos infectados com o parasita Toxoplasma gondiiperdem o medo dos predadores, os gatos.

O parasita evoluiu para causar este efeito, pois os gatos são seus principais hospedeiros. No final, o Toxoplasma gondiise beneficia ao acabar no intestino dos felinos.

Chamar o comportamento dos ratos de "suicida" é um exagero, pois o rato não está atuando completamente de acordo com sua vontade.

No entanto, um estudo de 2013 do Imperial College de Londres descobriu que pode haver uma ligação entre a infecção Toxoplasma gondii entre humanos e a esquizofrenia.

Se aceitamos que as pessoas que sofrem com problemas mentais podem cometer suicídio, porque não aceitamos suicídio entre ratos?
Quando se fala de suicídio, pode ser muito difícil diferenciar um ato ousado de um acidente, inclusive em humanos.

Contudo, se aceitamos que alguns animais podem sofrer depressão ou outras doenças mentais, seria razoável supor que isto poderia levar ao suicídio.




EMPRESA CRIA DISPOSITIVO PARA 'TRANSMITIR' CHEIROS PELO CELULAR



Uma empresa japonesa está lançando um dispositivo capaz de emitir cheiros para acompanhar mensagens enviadas pelo celular.

O dispositivo, batizado de Scentee, se conecta a um iPhone e libera odores sob o comando do celular.

O Scentee possui uma série de cartuchos especiais com odores específicos, que podem ser combinados para criar outros cheiros.
O dispositivo deve ser lançado no Japão no mês que vem.

Gás fedido
"Se você está de muito bom humor e quer mandar uma mensagem agradável para seu amigo, pode mandar com um perfume", comenta o professor de computação da City University London Adrian Cheok, que ajudou a desenvolver o dispositivo.

"Mas também é possível mandar um gás fedido, se você teve um dia ruim", observa.

Cheok acredita que o dispositivo poderá ter muitas aplicações diferentes no futuro.

"Imagine, por exemplo, que seu pop-star preferido possa lhe enviar uma mensagem de celular, mas com um cheiro junto", diz.

A ideia de transmitir cheiros não é exatamente nova.

Nos anos 1960, um sistema chamado Smell-O-Vision foi criado para emitir cheiros durante a projeção de um filme, para que os espectadores pudessem acrescentar um sentido à experiência de ir ao cinema.

O projeto não vingou e acabou abandonado.