A EXTINÇÃO DE ESPÉCIES É NECESSARIAMENTE RUIM?



Estou consciente de que a mera pergunta já representa uma provocação para os conservacionistas e é suficiente para deixar muitos incomodados.

Mas coloco essa questão porque estou ponderando se nós, às vezes, não estaríamos nos esquecendo de um fato desagradável na história da vida na Terra: a extinção de espécies sempre ocorreu.

Na verdade ela foi, com frequência, benéfica para nós.

Com certeza é melhor que não haja velociraptores (dinossauros carnívoros) ou felinos pré-históricos cruzando as ruas das nossas cidades. E imagine como seria tentar espantar um monstruoso inseto pré-histórico - por exemplo, um vagalume do tamanho de um urubu - de perto de você?



O debate sobre a extinção de espécies foi retomado recentemente em negociações durante a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Selvagem (Cites) em Bangcoc, na Tailândia - um tratado cujo objetivo é salvar espécies afetadas pelos efeitos devastadores do comércio.

A destruição do rinoceronte, do elefante, do tigre - a perseguição a essas e outras espécies foi denunciada entre os delegados que participavam do evento.

E ao ouvir os protestos, as campanhas e as estatísticas chocantes sobre o que está sendo perdido, muitos podem pensar, erroneamente, que extinções são um mal recente, inventado após a chegada da voraz e descuidada espécie humana.

Desde já, quero declarar que alguns dos mais terríveis exemplos são, sim, resultado de atividades humanas, às vezes por ignorância, outras, por puro descaso.

Saiba mais aqui:

TEATRO CASTRO ALVES PROMOVE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA ABRIL, O MÊS DA DANÇA



Desde 1982, o Dia Internacional da Dança é celebrado em 29 de abril. E para comemorar o Mês da Dança em grande estilo, o Teatro Castro Alves preparou uma programação extensiva, com a apresentação de seis espetáculos do Balé Teatro Castro Alves – BTCA, já conhecidos do público, além de uma edição do projeto Conversas Plugadas com o diretor artístico da companhia, Jorge Vermelho, no dia 17, às 20h, na Sala do Coro e apresentação conjunta de Pangea e Sertania, nos dias 20 e 21, às 20h, dois espetáculos do projeto BTCA Memória, destinado a resgatar a memória e dinamizar a dança contemporânea na Bahia.

Veja aqui toda a programação:

AS ÚLTIMAS MULHERES QUE COBRAM PARA CHORAR EM TAIWAN



Já são poucas as mulheres que choram para ganhar a vida no país, embora cada sessão de choro renda a Liu cerca de R$ 1.200.

A profissão também é polêmica, já que muitos a consideram a comercialização do luto.
Liu lembra que se trata de uma profissão antiga. Segundo a tradição taiwanesa, os mortos precisam de uma despedida ruidosa para passar à outra vida.

“Quando um ente querido morre, tudo é tão dolorido que na hora do funeral já não restam lágrimas”, diz Liu.

“Como é que se muda o estado de ânimo para demonstrar toda essa tristeza?’, questiona Liu.

Ela mesmo responde dizendo que sua profissão ajuda a família a dar o tom adequado à despedida.


A tradição teria começado quando as mulheres da família muitas vezes estavam distantes na hora dos funerais, por viverem em outras cidades.
Para substituir o choro das mulheres, as famílias passaram a contratar carpideiras.

Os tradicionais funerais taiwaneses são elaborados e combinam um luto sombrio com outro de tom mais alegre.

Além de chorar, Liu e sua equipe de carpideiras se vestem com roupas coloridas e fazem alguns passes de danças quase acrobáticos. Seu irmão, A Ji, toca instrumentos de corda tradicionais.

Liu depois se veste de branco e se acerca ao caixão. Ali realiza seu choro mais conhecido, enquanto o irmão toca órgão.


Os grunhidos são prolongados e abafados, uma mescla de choro e canto.

Perguntada sobre como faz brotar as lágrimas em seu rosto, ela insiste em dizer que é um choro real.

“Em cada funeral eu sinto que a família é minha família, e coloco meus próprios sentimentos alí”, diz.
“Quando vejo as pessoas aflitas, fico ainda mais triste”.
Saiba maias:

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA HOMENAGEIA MESTRE KING NO MÊS DA DANÇA DO TCA



Compondo a programação do Teatro Castro Alves durante o Mês da Dança, em que se comemora o Dia Internacional da Dança (29 de abril), a Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado (SecultBA), realiza aExposição Mestre King. 

Com abertura no dia 1º de abril (segunda-feira), às 19 horas, e visitação gratuita diária entre os dias 4 e 30 de abril, das 12 às 18 horas, a mostra ocupa o foyer do TCA numa homenagem a este que foi o primeiro homem a se graduar em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e que é o precursor da dança afrobrasileira, elemento fundamental do repertório cultural baiano.

Com curadoria de Álvaro Villela, a exposição reúne fotografias de autoria de nomes como Any Valette e Rafael Martins, além de fotos do acervo pessoal de Mestre King, retratando a sua trajetória profissional, desde aluno da Escola de Dança da UFBA até se tornar coreógrafo renomado com o grupo Gênesis, formado em 1976.

 Há ainda registros de sua mais recente criação, o espetáculo Opaxorô, que, sob uma perspectiva contemporânea, faz a narrativa coreográfica de uma das mais belas lendas dos orixás: a viagem de Oxalá para a terra de Oyó, ou terra de Xangô. A montagem, inclusive, que teve circulação pela Bahia apoiada pelo Edital Setorial de Dança 2012 da FUNCEB/SecultBA, estará em cartaz no Espaço Xisto Bahia, nos dias 9 e 10 de abril, às 20 horas, com entrada franca.

Considerado uma das maiores autoridades em tradições da música e dança afrobrasileiras, Raimundo Bispo dos Santos, baiano conhecido internacionalmente como Mestre King, professor e coreógrafo, desenvolveu um método que misturava elementos de danças folclóricas e populares brasileiras com as dos orixás do Candomblé, que resultou na dança afrobrasileira. Ele montou mais de 100 coreografias e dividiu seu conhecimento em diversos países do mundo. Em 2013, este Mestre, ainda em plena atividade, inclusive em aulas regulares na Escola de Dança da FUNCEB, completa 70 anos de vida.

Exposição Mestre King
Onde: Foyer do Teatro Castro Alves (Praça Dois de Julho, s/n – Campo Grande. Salvador/BA)
Abertura: 1º de abril (segunda-feira), 19 horas
Visitação: 4 a 30 de abril (diariamente), 12 às 18 horas
Quanto: Grátis
Informações: 71 3324-8515
Realização: Dirart/ TCA/ FUNCEB/ SecultBA




QUARTA DOS TAMBORES CELEBRA MÊS DA DANÇA EM CACHOEIRA




O encontro cultural Quarta dos Tambores, que acontece mensalmente em Cachoeira, cidade do Recôncavo baiano localizada a 110km de Salvador, chega à sua 18ª edição neste mês de abril e celebra o mês da dança, que tem seu dia internacional em 29/04. Antecipando as comemorações, a programação inclui apresentação de dois grupos de dança afro.

O evento acontece no dia 3/04, quarta-feira, às 19 horas, na Praça Teixeira de Freitas (Praça da Liberdade), centro histórico da cidade. A programação abre com o toque dos representantes de quatros Nações de Candomblé (gegê, nagô, angola e ketu) e segue com a apresentação cultural do Grupo Garba (Cachoeira), que traz performance em dança afro; o maculelê e a puxada de rede da Associação de Capoeira Arte e Recreação Berimbau de Ouro – ACARBO (Santo Amaro); além das apresentações musicais do Samba de Maragogó (Maragojipe) e a cantora Helena Lídia (São Félix).

O projeto cultural Quarta dos Tambores iniciou em dezembro de 2011 e tem por objetivo criar um espaço de promoção e valorização das manifestações culturais de matriz africana de cinco municípios do território identidade do Recôncavo baiano: Cachoeira, São Félix, Muritiba, Maragojipe e Santo Amaro. Os encontros acontecem toda primeira quarta-feira do mês, no centro histórico da cidade de Cachoeira.

O evento é uma realização do coletivo Comunidade do Tambor e conta com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), Secretaria de Cultura e Turismo de Cachoeira e Fundação Casa Paulo Dias Adorno.

SERVIÇO
O que: 18ª Edição da Quarta dos Tambores
Quando: 03 de abril de 2013 (quarta-feira), das 19 às 23h
Onde: Praça Teixeira de Freitas, Centro Histórico, Cachoeira/BA
Custo: Gratuito



REFLEXÃO - LUCYMAR SOARES - POR AMOR





Por Amor
Baseado em Lucas 23
Do Livro BARULHO DAS LÁGRIMAS
Lucymar Soares (Cymar Gaivota)


Mestre
Vejo-O como hoje caminhando ao Gólgota
Teus passos para a morte...
Quanta dor Te fiz sentir
Com o madeiro nas costas
Desfilastes pelo meio da Avenida
O povo zombando
Acompanhavam os teus passos
Calado
Sem abrir a Tua boca
Caminhastes
Passo a passo
Com gemidos de dor
Prosseguistes para o Calvário
Nessas alturas o Teu físico já doía tanto
Quanto à dor
Que transpassada pelo fio daquela flecha
Manifestava a mais pura essência
Do desamor dos homens para Contigo
Cada martelada naqueles pregos
Correspondia ao perdão
De milhões de alma cruas
Que Tu meu Mestre
Já sem fala pedia ao Pai
- “Pai
 Perdoa- os
“Eles não sabem o que fazem.”
Imagino o sofrimento que Teu corpo sentiu
Quando na cruz cravaram aqueles pregos
Malditos pregos
Mestre
Cabisbaixo na cruz
Como um inocente cordeiro
Apresentastes ao Mundo o maior ato
De amor
E humildade
Que os homens jamais verão
Até os Teus amigos Te abandonastes
Naquele dia
Que antecedia a Tua morte
Quando se aproximava
O dia da crucificação
Como não gemestes
Intercalado
Por ter que passar
Por momentos
Que não Ti pertenciam
Sozinho recebeu o amanhecer
Daquele dia
Maldito dia
Nunca deveria ter chegado
Não para Te que não tinha pecado
Deveriam todos os homens
Serem levados à guilhotina
Suas almas serem exterminadas
Não merece o homem tamanho amor
Obra arrependida do Criador
Pouco tempo vivestes sobre a Terra
Filho Celestial
Na Terra jamais construístes morada
Bem fizestes Tu
Bendito Cristo
Ainda bem que o Pai
Recolhestes-te
Desta Terra maldita
Só quem deveria viver aqui
Somos nós
Desobedientes
Ingratos
Sabemos que Tu foste preparar
Um lugar
Para que onde Tu estiveres
Nós estejamos
O sofrimento na cruz
Garantiu para nós morados no céu
Não merecemos bom mestre
Morar ao Teu lado
Com Amor
Por Amor
Em amor
Só Amor
Fez com que
O Criador traçasse para Ti
Tamanha dor



EU QUERO MINHA CRUZ- LUCYMAR SOARES


Carregando sua cruz...



QUERO MINHA CRUZ
Lucymar Soares ( Cymar Gaivota)
Do Livro Barulho das Lágrimas


Pedra em meu sapato 
A tua palavra me doía
Fugi de tua face
Corri do teu poder
Escondi-me
Em refúgio
Busquei o comodismo
A busca do avivamento
Em bloqueio
Não sou digna
Não te busco
Não te levo
Não intercedo
Sou um nada
Pois a pedra  dói
A verdade corrói
Não sou
Acho que fui
Não existo
Morri
Senhor

CHIP NA BARRIGA CONTROLA APETITE E COMBATE OBESIDADE





Cientistas britânicos apresentaram em Londres um microchip 'inteligente' desenvolvido para ser implantado no corpo humano com o objetivo de controlar o apetite e combater a obesidade.

Após testes satisfatórios nos laboratórios do Imperial College, os professores Chris Toumazou e Stephen Bloom anunciaram que os testes em animais estão prestes a começar. Testes em humanos são esperados em três anos.

O chip foi desenhado para ser implantado junto ao nervo vago (pneumogástrico), que regula o apetite e outras funções do organismos.

O circuito consiste em um 'modulador inteligente' de poucos milímetros, implantado na cavidade peritoneal do abdome (na barriga). Ele será preso ao nervo vago por meio de eletrodos.

O chip e os eletrodos foram desenvolvidos para ler e processar estímulos elétricos e químicos do nervo que regulam o apetite.
Com base nos dados coletados, o chip poderá enviar estímulos elétricos ao cérebro, reduzindo o apetite.

'Será um controle do apetite, mais do que dizer: 'pare de comer de uma vez'. Então, talvez em ver de comer rápido, você coma mais devagar', explicou o professor Toumazou, em entrevista à BBC.

'Uma vez que o cérebro fica em alerta, ele receberá sinais similares àqueles recebidos do organismo após uma refeição, e esses sinais dizem para não comer mais, que os intestinos estão cheio de comida', explicou.
Segundo o professor Toumazou, o chip pode se tornar uma alternativa à cirurgia de redução do estômago, já que a nova técnica poderá controlar o apetite.

O fato de também identificar impulsos químicos deve tornar o chip mais efetivo, indicam os cientistas.

O projeto recebeu 7 milhões de euros do Conselho de Pesquisa Europeu.

Nervo vago
O nervo vago regula uma série de funções no organismo, como controlar a respiração, o ritmo cardíaco, a secreção de ácidos no sistema digestivo e a contração do intestino.

O nervo também indica ao cérebro como outros sistemas do organismo estão operando.

A equipe do Imperial College de Londres, no entanto, não é a única a pesquisar o tema.

A empresa de tecnologia médica EnteroMédics, dos Estados Unidos, criou um circuito que bloqueia o nervo para interromper estímulos de apetite.

Resultados dos primeiros testes do chip americano, que envolveram 239 pacientes, mostraram perda de até 20% do excesso de peso no corpo. A empresa, no entanto, disse que os resultados não foram tão bons quanto os esperados.

Outra empresa americana, a IntraPace, também desenvolveu técnica similar.


VIVADANÇA BAHIA 2013





O Vivadança acontece durante todo o mês de abril em Salvador e tem em sua programação shows, oficinas, mostras coreográficas, exposições e exibição de vídeos. O evento reúne diversos artistas baianos e de outros estados brasileiros, e artistas de outros países também. Das origens do samba ao estilo coreográfico oriental, o festival apresenta ainda mostras e oficinas. São oferecidas gratuidades para diversos espetáculos.

Em 2013 chega a sua sétima edição, nos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de abril de 2013.

Categoria: Dança
Onde: Salvador, BA
Quando: 17/04/2013 - 26/04/2013


Horrário: 19h
Local: Teatro do ICBA – Goethe Institut
Av. Sete de Setembro, 1809 , Vitória - 40080002 
Telefone: (71) 3338-470

Programação do Evento:


'ELA FAZ COISAS QUE FACILITAM SUA VIDA', DIZ EX-METALÚRGICO SOBRE MÃO BIÔNICA




á imaginou viver sem o movimento de uma das mãos? Para minimizar a perda física, que também afeta a autoestima e a independência, uma empresa de Leeds, na Inglaterra, investe em tecnologia de ponta. A RSL Steeper criou a mão biônica mais moderna do mercado, que está sendo usada por 300 pessoas pelo mundo.

A Bebionic Three, como é chamada, foi lançada em setembro do ano passado. Cada dedo tem um motor individual, o que permite 14 tipos de movimentos, dos mais delicados e precisos, como segurar um cartão, aos mais vigorosos, como levantar peso. Foram precisos quatro anos de pesquisa para que os cientistas chegassem à última versão da prótese.

A mão biônica é controlada pela contração de dois músculos do braço que ficam logo abaixo do cotovelo. “Temos os sensores que ficam na pele, dentro da manopla. Um é responsável por fechar a mão e outro, por abri-la”, explica o gerente de produtos Bruce Rattray.

Uma das principais preocupações da empresa é evitar cópias. Para isso, a prótese está protegida por quatro patentes e tem uma equipe dedicada de cerca de 40 pessoas para melhorar suas funcionalidades. “Estamos sempre tentando produzir algo mais silencioso, mais rápido, mais forte e mais robusto para o paciente”, destaca o engenheiro mecânico sênior Jake Goodwin. A maioria das sugestões de melhoria parte dos próprios clientes.

Junto com engenheiros, uma dupla fica responsável pela parte eletrônica. Na tela do computador, códigos definem os movimentos da mão e são testados na hora. “Podemos ver as bordas em 3D, assim podemos transferir para o pessoal da mecânica verificar se ela se encaixa antes de construí-la”, diz a chefe de design eletrônico Courtney Medynski.